"... tempo, espaço, de nada contavam perante o poder da Chave Mestra que provavelmente estava sendo utilizada pela última vez, os levando novamente ao início de tudo ..."
Muita coisa aconteceu desde que Ária, Honam e Gunnar se ocultaram nas ruínas da cidade. Burrow havia sumido, as portas da cidade se fecharam misteriosamente e os orcs não atacaram, como todos esperavam. É bem verdade que o grupo de Kiritus, bem como outros aventureiros, tentavam ajudar no que podiam, mesmo assim a cidade começava a se tornar uma completa desordem. Muitos mercenários que antes estavam ali para tentar ganhar algo começavam a pensar que aquilo estava começando a ficar muito problemático e desejavam deixar aquele lugar o quanto antes. Mas havia um problema, a única saída estava fechada e ninguém conseguiu abri-la, nem destruí-la.
Ao retornarem e verem essa situação, nossos aventureiros decidiram ir a taverna das Pedras Cantantes para buscar por mais informações. Lá encontraram Miglim, que lhes passou algumas informações que dispunha. Nenhuma delas era muito útil, assim nossos heróis decidiram explorar mais as ruínas em busca, nem que fosse, de outra saída da cidade, o que provavelmente deveria ter existido em algum passado remoto. Miglim, que aparentemente não tinha muito o que fazer na taverna, decidiu acompanha-los. Já Mãos Leves disse que não iria participar dessa busca, que ele não considerava ser a melhor ideia, mas que em vez disso ele ficaria na cidade e buscaria obter informações mais úteis, para o que ele considerava ser o pior problema, a entrada fechada.
Feitos preparativos rápidos, nossa comitiva partia, novamente, em busca do desconhecido. Friamente falando, Mãos Leves estava certo, se a porta havia se fechado e ninguém conseguira abri-la, isso indicava que magia havia sido usada. Embora tudo indicasse que isso seria obra de Burrow, Mãos Leves possuía outras suspeitas, por isso ele disse que buscaria por informações mais úteis. Mas essa não é a história de Mãos Leves. Essa é a história de nossa comitiva incauta e das consequências de suas escolhas equivocadas.
Mas seja dita a verdade, nossos aventureiros tinham coragem e as decisões que eles tomaram nesse dia e nos que se seguiram se mostraram bastante importantes. Para começar, eles conseguiram rastrear a localização de um dos acampamentos dos orcs, que aparantemente estavam tão inquietos como os demais habitantes daquelas cavernas. Além disso, eles encontraram vestígios de um combate travado provavelmente entre orcs e os gnomos liderados por Burrow, mas infelizmente nenhuma pista sobre o líder dos gnomos.
Para piorar a situação, alguns gnomos começaram a apresentar um tipo estranho de doença, que fazia com que eles começarem a definhar e apresentar um aspecto cadavérico. Essa doença provavelmente era compartilhada pelos orcs, a julgar pela intensificação de seus ataques e também pela descoberta do corpo de dois orcs que foram encontrados nos dias que se seguiram, apresentando sinais parecidos com os dos gnomos.
Nossos heróis continuavam a buscar saídas alternativas nas ruínas não exploradas da cidade. Mas o que encontraram foi traição e trevas. Eis o que se passou: Em uma dessas buscas, decidiram passar a noite em uma parte que aparentava ser segura. No dia seguinte, decidiram explorar melhor algumas casas em ruínas próximas a uma passagem que tinham descoberto no dia anterior. Para agilizar as buscas eles se separaram em dois grupos: Honam e Miglim foram para um lado enquanto Ária e Gunnar se dirigiram a uma casa, que tinha sua porta fechada e intacta.
Para piorar a situação, alguns gnomos começaram a apresentar um tipo estranho de doença, que fazia com que eles começarem a definhar e apresentar um aspecto cadavérico. Essa doença provavelmente era compartilhada pelos orcs, a julgar pela intensificação de seus ataques e também pela descoberta do corpo de dois orcs que foram encontrados nos dias que se seguiram, apresentando sinais parecidos com os dos gnomos.
Nossos heróis continuavam a buscar saídas alternativas nas ruínas não exploradas da cidade. Mas o que encontraram foi traição e trevas. Eis o que se passou: Em uma dessas buscas, decidiram passar a noite em uma parte que aparentava ser segura. No dia seguinte, decidiram explorar melhor algumas casas em ruínas próximas a uma passagem que tinham descoberto no dia anterior. Para agilizar as buscas eles se separaram em dois grupos: Honam e Miglim foram para um lado enquanto Ária e Gunnar se dirigiram a uma casa, que tinha sua porta fechada e intacta.
Ao entrarem eles encontraram algo inesperado, dois cães infernais com sua pelagem negra e flamejante e suas presas ávidas por sangue. A luta que se seguiu foi intensa e demorada. Ária conseguiu matar um dos cães com um ataque primoroso de sua lança, mas caiu inconciente após um golpe do outro cão. Gunnar em um átimo de força e habilidade conseguiu matar o outro cão, após golpea-lo várias vezes com seu poderoso martelo.
Você deve estar se perguntando, o porque Honam não apareceu para ajudar os companheiros. Bem, Honam tinha seus próprios problemas. Já que, ao ouvir o som de combate e se preparar para ir em direção a ele, foi golpeado pelas costas pela adaga de Miglim. Para a sorte de nosso herói, o golpe só pegou de raspão, mas foi suficiente para desencadear uma batalha violenta que culminou com a morte de Miglim.
É bem verdade que Honam poderia ter chegado mais rapidamente onde estavam seus companheiros. Mas ele preferiu amarrar o corpo de Miglim com suas mão para tráz juntas dos pés, em uma posição desenrosa e colocar uma pedra em sua boca. Isso deu ao defunto o ar de um porco, pronto a ser servido em um banquete.
É claro que Honam também saqueou os bolsos de Miglim, encontrando além de algumas moedas, um pequeno bilhete que dizia:
"Não deixe que aventureiros encheridos saiam da cidade. K."
Ao se juntar a seus companheiros, Honam, ainda um pouco atonito, ajudou Ária com algo que ele tinha recentemente descoberto ser capaz de fazer: usar magias de cura simples.
Dois cães do inferno não etariam naquele lugar improvável sem um motivo. Assim sendo nossos aventureiros esquadrinharam cada centimetro da casa onde estavam e acabaram por encontrar uma adaga negra enterrada em um canto de um quarto.
É claro que uma adaga negra, com esmeraldas incrustadas, cheia de símbolos estranhos e guardada por dois cães infernais não deveria ser algo que uma pessoa sensata devesse mexer, quanto mais portar. Mas nossos heróis não eram muito sensatos, assim eles decidiram levar a adaga com eles.
Em seguida e depois de muita discussão o grupo decidiu voltar a cidade.
É bem verdade que Honam poderia ter chegado mais rapidamente onde estavam seus companheiros. Mas ele preferiu amarrar o corpo de Miglim com suas mão para tráz juntas dos pés, em uma posição desenrosa e colocar uma pedra em sua boca. Isso deu ao defunto o ar de um porco, pronto a ser servido em um banquete.
É claro que Honam também saqueou os bolsos de Miglim, encontrando além de algumas moedas, um pequeno bilhete que dizia:
"Não deixe que aventureiros encheridos saiam da cidade. K."
Ao se juntar a seus companheiros, Honam, ainda um pouco atonito, ajudou Ária com algo que ele tinha recentemente descoberto ser capaz de fazer: usar magias de cura simples.
Dois cães do inferno não etariam naquele lugar improvável sem um motivo. Assim sendo nossos aventureiros esquadrinharam cada centimetro da casa onde estavam e acabaram por encontrar uma adaga negra enterrada em um canto de um quarto.
É claro que uma adaga negra, com esmeraldas incrustadas, cheia de símbolos estranhos e guardada por dois cães infernais não deveria ser algo que uma pessoa sensata devesse mexer, quanto mais portar. Mas nossos heróis não eram muito sensatos, assim eles decidiram levar a adaga com eles.
Em seguida e depois de muita discussão o grupo decidiu voltar a cidade.


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